Principais lições deste artigo
- Organização documental: iniciar cedo a coleta, tradução e apostilamento de documentos aumenta as chances de aprovação do visto.
- Planejamento financeiro: entender custos de curso, visto, moradia e comprovação de renda ajuda a montar um orçamento realista para estudar e trabalhar.
- Escolha do programa e do visto: alinhar curso, país e tipo de visto define se você poderá trabalhar durante e após os estudos.
- Apoio especializado: acompanhamento profissional reduz erros na burocracia e agiliza a preparação para a vida no exterior.
- Apoio do STB: fale com um especialista para estruturar todo o projeto de intercâmbio.
Fale com um especialista e organize seu plano para estudar e trabalhar no exterior com orientação profissional.
1. Organização documental e programa ideal: a base do seu intercâmbio
A organização dos documentos e a definição do programa certo são o ponto de partida para estudar e trabalhar fora do Brasil. Essa escolha influencia o tipo de visto, a carga de trabalho permitida e o tempo de permanência no país.
Nos Estados Unidos, vistos como o H-1B, voltado a trabalho especializado, exigem comprovação detalhada de vínculos com o Brasil. Já os vistos de estudante dependem de documentos como carta de aceite da instituição, histórico escolar e comprovação financeira.
Na Austrália, o visto de estudante Subclasse 500 exige documentação socioeconômica do Brasil, o COE (Confirmation of Enrolment) e seguro-viagem obrigatório OSHC. No Canadá, o Post‑Graduation Work Permit (PGWP) permite trabalhar após concluir um curso superior e pode ser porta de entrada para residência permanente. Em países da União Europeia, a comprovação financeira é central, como os 10 mil euros anuais exigidos para estudantes na Alemanha.
Traduções juramentadas, apostilamento e prazos de emissão de documentos exigem planejamento. Iniciar esse processo com antecedência reduz imprevistos e facilita a escolha do curso e do país.

Quem precisa de orientação para estruturar a documentação pode contar com o suporte do STB. Fale com um especialista e organize uma lista clara de tudo o que será necessário para o seu visto.
2. Planejamento financeiro inteligente: viabilizando seu projeto
O planejamento financeiro sustenta toda a experiência de estudo e trabalho no exterior. Além das exigências oficiais de comprovação de renda, é preciso considerar custo de vida, moradia, alimentação, transporte, seguro-viagem e passagens aéreas.
Em muitos destinos europeus, a exigência mínima gira em torno de valores como os 10 mil euros anuais da Alemanha. Em paralelo, países como Austrália e Canadá permitem que estudantes trabalhem, em média, até 20 horas semanais durante as aulas e mais nas férias, com salários mínimos competitivos. Em cidades como Sydney, Melbourne e Gold Coast, empregos em serviços ajudam a complementar a renda mensal.
A Nova Zelândia também oferece possibilidade de trabalho durante o curso e, em alguns casos, visto de trabalho pós-estudo, o que amplia o tempo de permanência legal. Setores como hospitalidade, turismo, tecnologia, saúde e construção concentram muitas dessas vagas.
- Liste todos os custos fixos: curso, taxas de visto, seguro-viagem, moradia e transporte.
- Simule o custo de vida mensal: alimentação, lazer, celular e emergências.
- Considere a renda extra: estime quanto é possível ganhar com trabalho parcial, sem contar apenas com esse valor para a comprovação financeira.
3. Escolha do programa e visto adequado: maximizando oportunidades
A seleção do curso e do tipo de visto determina se você poderá trabalhar, por quanto tempo e em quais condições. Entender essas regras antes de se inscrever evita mudanças de plano no meio do caminho.
Na Austrália, o visto de estudante Subclasse 500 permite estudar em cursos registrados e trabalhar até 48 horas quinzenais durante o período letivo, com liberação total nas férias. Para quem busca experiência de viagem com trabalho temporário, o Working Holiday Visa 417 oferece trabalho casual para jovens que desejam financiar a estadia.
Para profissionais qualificados, o visto de trabalho H-1B nos EUA é direcionado a quem possui especialização e depende de uma oferta formal de emprego. O Canadá mantém programas estruturados para profissionais de tecnologia, saúde e construção, integrados a rotas de imigração. Para recém-formados em engenharia, o Skilled Recognised Graduate visa possibilita morar, trabalhar ou estudar na Austrália por até 18 meses, para quem tem diploma recente e menos de 31 anos.

|
Tipo de visto |
País |
Permissão de trabalho |
Foco |
|
Estudante Subclasse 500 |
Austrália |
Até 48 horas quinzenais em aulas, ilimitado nas férias |
Estudo em cursos registrados |
|
PGWP (Post‑Graduation Work Permit) |
Canadá |
Trabalho aberto após cursos superiores |
Experiência profissional e possível rota para residência |
|
H-1B |
EUA |
Trabalho para profissionais qualificados |
Ocupações especializadas |
O apoio do STB ajuda a conectar seu perfil ao tipo de visto mais adequado, considerando idade, formação, nível de idioma e objetivo profissional. Fale com um especialista e avalie cenários de curto, médio e longo prazo.
4. Aplicação de vistos: simplificando a burocracia com apoio especializado
A etapa de aplicação do visto exige atenção a formulários, prazos e documentos específicos de cada país. Traduções juramentadas, apostilamento e certificações corretas são essenciais para destinos como EUA, Portugal, Canadá, Austrália e países da União Europeia. Na Austrália, mudanças para o Visto de Estudante Subclasse 500 em 2026 afetam pedidos feitos fora do país, o que reforça a importância de informações atualizadas.
O STB é referência em educação internacional e em programas de intercâmbio no exterior em vários países. O STB orienta alunos a partir dos 12 anos com programas de férias, high school, esportes e idiomas, além de opções para universitários entre 18 e 25 anos e para quem tem mais de 30 anos e busca desenvolver novas habilidades acadêmicas em cursos de graduação, pós-graduação e cursos rápidos.
O STB oferece consultoria individualizada presencial e online, com consultores que já participaram dos programas, conhecem as escolas internacionais e passam por treinamentos frequentes no exterior.
Esse acompanhamento inclui revisão de formulários, checagem de exigências de cada consulado, suporte com comprovantes financeiros e orientação sobre tipos de visto que permitem ou não estudar e trabalhar. Alguns vistos de turismo, como o V-1 para o Canadá, não autorizam atividades de estudo ou trabalho e precisam ser avaliados com cuidado.
5. Preparação para a vida no exterior: além da papelada
A adaptação à rotina em outro país envolve cultura, idioma, mercado de trabalho e rede de apoio. Em destinos como Dubai, a diversidade cultural é marcante.
Um estudante atendido pelo STB resume a experiência: “O que mais me surpreendeu em Dubai foi a mistura de culturas. Em um só lugar, você encontra pessoas do mundo todo, com costumes e línguas diferentes. Essa diversidade enriquece muito a experiência.”
No Canadá, a demanda por profissionais em áreas como tecnologia, saúde e construção amplia as oportunidades para quem chega com visto de trabalho.
Já no Japão, o relato de ex-alunos atendidos pelo STB destaca disciplina e organização como pontos que influenciam a rotina pessoal: “No Japão, as pessoas são muito organizadas e respeitam muito as regras. Isso me fez me organizar melhor e ser mais pontual.”

Durante a estadia, o STB mantém suporte para situações do dia a dia, orientação em casos de imprevistos e comunicação com a família no Brasil, o que traz mais segurança para o estudante.
Perguntas frequentes sobre vistos e intercâmbio de estudo e trabalho
Quais são os países mais procurados para estudar e trabalhar e por quê?
Austrália, Canadá, Irlanda, Nova Zelândia e Malta estão entre os destinos mais buscados por brasileiros. Esses países combinam autorização de trabalho para estudantes, economias estáveis, salários competitivos e, em alguns casos, programas de permanência pós-estudo, como o PGWP no Canadá.
É possível trabalhar em período integral com visto de estudante?
Na maior parte dos países, vistos de estudante que permitem trabalho autorizam apenas carga parcial durante as aulas, como até 20 horas semanais ou 48 horas quinzenais. Em períodos de férias, muitos destinos liberam trabalho em tempo integral. As regras variam por país e precisam ser conferidas caso a caso.
Quanto custa, em média, um programa de estudo e trabalho no exterior?
Os valores dependem do país, da duração e do tipo de curso. Além das mensalidades e taxas de visto, é comum que governos exijam comprovação de recursos para custear um ano de despesas, em faixas próximas a 10 mil euros ou valores equivalentes em outras moedas. O STB apresenta uma planilha completa de custos e opções de parcelamento e financiamento para ajustar o projeto ao orçamento disponível.
O STB ajuda em todas as etapas do processo de visto?
Sim. O STB oferece suporte em todo o processo de intercâmbio, com auxílio na escolha do programa, orientação de documentação, apoio na aplicação para o visto, emissão de passagens, contratação de seguro-viagem e organização de acomodação.
Existe diferença entre os vistos para diferentes faixas etárias?
Sim. Algumas categorias, como o Working Holiday Visa da Austrália ou o Skilled Recognised Graduate visa, têm limites de idade. Já vistos de estudante para cursos de idiomas, high school, graduação e pós-graduação podem aceitar perfis de idades variadas. O STB orienta estudantes a partir dos 12 anos até adultos acima de 30 anos, ajustando programa e visto ao momento de vida de cada pessoa.
Conclusão: seu projeto internacional com apoio especializado
Estudar e trabalhar no exterior exige organização de documentos, clareza financeira, escolha correta de curso e visto e atenção às regras de cada país. Quando esses pontos estão estruturados, o foco se volta para aprendizado acadêmico, desenvolvimento profissional e convivência com novas culturas.
Com a consultoria do STB, você conta com especialistas que conhecem os destinos, visitam regularmente as instituições de ensino e acompanham todo o processo, do planejamento inicial ao retorno ao Brasil. Fale com um especialista e dê o próximo passo para concretizar seu plano de estudar e trabalhar no exterior em 2026.




