Principais lições deste artigo
- Iniciar a preparação 24 meses antes do embarque, avaliando objetivos acadêmicos, perfil e autonomia do seu filho para definir metas claras.
- Garantir proficiência em inglês com TOEFL ou IELTS e preparar histórico escolar e testes como SAT ou ACT, iniciando os estudos 18 meses antes.
- Escolher o país considerando rankings, custos e benefícios para brasileiros, como Estados Unidos para networking ou Canadá para trabalho pós-estudo.
- Montar um cronograma reverso detalhado e planejar finanças com transparência, incluindo margem de 20% para imprevistos e opções de parcelamento.
- Dominar burocracias de visto e applications com suporte especializado do STB. Fale agora pelo WhatsApp para receber um planejamento personalizado.
Etapa 1: avaliar objetivos e perfil do seu filho
O processo começa com uma análise clara dos interesses acadêmicos, habilidades e nível de autonomia do estudante. Defina metas específicas. Entenda se seu filho busca graduação em engenharia, artes ou ciências. Verifique se o foco está em pesquisa, carreira internacional ou inserção rápida no mercado de trabalho.
A preparação emocional precisa caminhar junto com a preparação acadêmica. Programas preparatórios como pre-college em universidades renomadas, incluindo Columbia e Stanford, ajudam o estudante a desenvolver independência antes do intercâmbio definitivo.
Pietro, que cursou college no Canadá, conta: “Precisava dar uma alavancada no meu inglês, e queria um programa longo e que desse a oportunidade também de trabalhar para complementar a renda. Eu sou outro depois do intercâmbio. Criei mais independência e cresci minha bagagem cultural.”

Dicas práticas:
- Mapear interesses: liste áreas de interesse, matérias favoritas e temas que despertam curiosidade.
- Identificar habilidades: registre atividades em que o estudante se destaca, como exatas, comunicação, artes ou liderança.
- Avaliar autonomia: observe como ele lida com rotina, estudos, organização e tomada de decisão.
Erros a evitar:
- Focar só em notas: ignorar o desenvolvimento da autonomia emocional e da maturidade.
- Decidir apenas pelo status: escolher curso ou país apenas pelo nome da universidade, sem conexão com o perfil do estudante.
Etapa 2: garantir proficiência em idioma e requisitos acadêmicos
O estudante precisa comprovar proficiência em inglês para ingressar em programas acadêmicos no exterior. Certificações como TOEFL ou IELTS são exigidas em países como Estados Unidos, Canadá, Austrália e Reino Unido, com pontuações mínimas que variam de B1 a C1, conforme a instituição e o curso.
Para graduação nos Estados Unidos, o histórico escolar desde o 9º ano até a 3ª série do Ensino Médio tem peso relevante. O processo de seleção costuma considerar cerca de 40% critérios acadêmicos. Testes padronizados como SAT ou ACT seguem políticas diferentes entre universidades. Algumas são Test Optional, outras ainda mantêm o modelo Test Required.
Dicas práticas:
- Começar cedo: iniciar a preparação para testes de proficiência cerca de 18 meses antes da application.
- Simular provas: fazer simulados oficiais para entender formato, tempo de prova e pontos de melhoria.
- Registrar evolução: acompanhar a melhora de desempenho em leitura, escrita, listening e speaking.
Cronograma recomendado:
- 12 meses antes: realizar o primeiro TOEFL ou IELTS.
- 9 a 6 meses antes: repetir o exame, se necessário, para alcançar a pontuação desejada.
- Paralelamente: organizar histórico escolar, cartas de recomendação e redações.
Etapa 3: escolher o país e a universidade ideais
A escolha do destino precisa equilibrar qualidade acadêmica, custos, idioma, estilo de vida e objetivos de médio e longo prazo. O Times Higher Education World University Rankings 2026 mostra Reino Unido e Estados Unidos dominando os top 10, com Oxford em 1º lugar e MIT em 2º.
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País |
Requisitos principais |
Custo anual aprox. (R$) |
Benefícios para brasileiros |
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Estados Unidos |
TOEFL ou IELTS, SAT ou ACT opcional, GPA alto |
150k-300k+ (tuition e moradia) |
Parcerias STB (Columbia), networking global |
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Canadá |
IELTS, histórico do Ensino Médio |
100k-200k |
Possibilidade de trabalho pós-estudo, bom custo-benefício |
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Austrália |
IELTS, visto subclass 500 |
120k-250k |
Qualidade de vida, possibilidade de parcelamento com o STB |
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Reino Unido |
IELTS, carta de motivação |
130k-280k |
Universidades bem ranqueadas, cursos de graduação mais curtos |
O STB mantém parcerias diretas com instituições como UCLA, UC Berkeley e Columbia. Essas parcerias facilitam o acesso a programas reconhecidos internacionalmente e a condições diferenciadas para estudantes brasileiros.

Etapa 4: montar o cronograma reverso de preparação
Um cronograma reverso bem estruturado reduz atrasos e retrabalho. O ideal é iniciar o planejamento cerca de dois anos antes do embarque. Esse período permite organizar idioma, notas, documentos, applications e visto com mais tranquilidade.
Programas preparatórios intensivos reúnem cursos de inglês acadêmico e preparação para TOEFL e IELTS. Esses programas ajudam o estudante a chegar às applications com nível de idioma mais sólido.
Cronograma sugerido:
- 24 meses antes: definir objetivos, país e área de estudo, iniciar reforço em inglês.
- 18 meses antes: focar em testes padronizados, organizar histórico escolar e atividades extracurriculares.
- 12 meses antes: enviar applications, preparar documentos financeiros e iniciar processo de visto.
- 6 meses antes: escolher acomodação, contratar seguro-viagem, comprar passagens e organizar chegada.
Erros a evitar:
- Deixar documentos para a última hora: atrasos em traduções juramentadas e comprovações financeiras podem comprometer o visto.
- Subestimar prazos de universidade e consulado: cada país segue calendários específicos, que precisam ser respeitados.
O STB oferece acompanhamento em cada etapa para reduzir riscos de atraso ou recusa.
Etapa 5: planejar as finanças de forma transparente
O planejamento financeiro claro evita surpresas durante o intercâmbio. Os custos para 2026 incluem tuition, moradia, alimentação, seguro-viagem, transporte local, materiais acadêmicos e despesas pessoais.
Para graduação nos Estados Unidos, o investimento anual costuma ultrapassar R$ 150.000, somando tuition e moradia em universidades de maior prestígio. O STB oferece opções de parcelamento que ajudam a distribuir esse valor ao longo do tempo e a adequar o investimento ao orçamento da família.
Bruno, que cursou mestrado na Austrália, relata: “Na Austrália, o nível de independência e organização exigido das pessoas é muito alto. Precisei aprender a gerenciar tempo de estudo, finanças e vida social de forma muito eficiente.”

Dicas práticas:
- Incluir margem de segurança: reservar cerca de 20% a mais no orçamento para imprevistos, como mudança de acomodação ou aumento de custos locais.
- Comparar cidades: analisar diferenças de custo de vida entre capitais e cidades menores.
- Planejar em moeda forte: acompanhar variação cambial e considerar pagamentos antecipados quando possível.
Etapa 6: dominar burocracias de visto, application e acomodação
Os processos de visto, application e acomodação exigem organização e atenção a detalhes. Cada país define regras específicas de documentação, comprovação financeira e permissão de trabalho.
Nos Estados Unidos, o visto F-1 atende cursos acadêmicos e permite trabalho no campus por até 20 horas semanais. Essa possibilidade ajuda o estudante a ganhar experiência e complementar a renda.
Na Austrália, o visto subclass 500 permite 48 horas de trabalho a cada quinzena durante o curso, o que oferece maior flexibilidade para estudantes brasileiros que desejam trabalhar enquanto estudam.
O STB presta assessoria em todas as etapas burocráticas, desde a organização de documentos até o acompanhamento do processo de visto e a escolha de acomodação adequada ao perfil do estudante.
Dicas práticas:
- Organizar documentos com antecedência: iniciar traduções juramentadas e coleta de comprovantes financeiros de 3 a 6 meses antes do pedido de visto.
- Manter cópias digitais: salvar passaporte, cartas de aceite, comprovantes de pagamento e apólice de seguro-viagem em nuvem segura.
- Verificar regras de trabalho: entender limites de horas e tipos de emprego permitidos em cada país.
Etapa 7: contar com suporte durante e após o intercâmbio
Um suporte estruturado antes, durante e depois do intercâmbio aumenta a segurança do estudante e a tranquilidade da família. O STB atua com acompanhamento 360°, desde a escolha do programa até o retorno ao Brasil.
Os critérios de sucesso incluem um plano customizado, applications sem erros burocráticos e confiança no suporte oferecido. Veja como o STB facilita esse processo com curadoria de programas em instituições como Columbia e University of California.

Perguntas frequentes
Qual o melhor país para brasileiro estudar higher education?
Estados Unidos e Reino Unido concentram universidades como MIT, Oxford e Cambridge, que aparecem entre as primeiras posições em rankings globais. Para brasileiros, o Canadá costuma oferecer bom custo-benefício e possibilidade de trabalho pós-estudo. A Austrália combina qualidade de vida com programas acessíveis e boa oferta de trabalho para estudantes. A escolha ideal depende dos objetivos acadêmicos, do orçamento e do estilo de vida desejado pelo estudante.
Quanto custa a higher education no exterior?
Os custos variam por país, instituição e cidade. Nos Estados Unidos, o investimento anual costuma ficar entre R$ 150.000 e R$ 300.000, incluindo tuition e moradia. No Canadá, a faixa média vai de R$ 100.000 a R$ 200.000. Austrália e Reino Unido geralmente ficam entre R$ 120.000 e R$ 280.000 por ano. Esses valores costumam incluir tuition, moradia, alimentação básica e despesas essenciais.
Quais são os requisitos para universidades americanas?
Universidades americanas pedem histórico escolar completo desde o 9º ano, certificação de proficiência em inglês com TOEFL ou IELTS e, em muitos casos, SAT ou ACT, mesmo com o avanço do modelo Test Optional.
O processo costuma considerar cerca de 40% de critérios acadêmicos, 30% de atividades extracurriculares e 30% de redações e entrevistas. Cartas de recomendação e ensaios pessoais têm papel central para demonstrar potencial, trajetória e motivação.
Posso parcelar o intercâmbio?
O STB oferece opções de parcelamento e financiamento para tornar a educação internacional mais acessível. Os planos buscam se adaptar à capacidade financeira de cada família, o que permite distribuir o investimento ao longo do tempo. As condições variam conforme o programa escolhido, o país e a duração do curso.
Qual a nota mínima de TOEFL ou IELTS?
As exigências mudam conforme a instituição e o nível do curso. Para graduação, universidades americanas geralmente pedem TOEFL iBT entre 80 e 100 pontos ou IELTS entre 6.5 e 7.0. Programas de pós-graduação podem exigir pontuações mais altas, como TOEFL acima de 100 ou IELTS 7.5. Instituições mais concorridas tendem a ter requisitos mais rigorosos, enquanto algumas oferecem programas preparatórios para estudantes que ainda não atingiram a pontuação mínima.
Conclusão: próximos passos para o sucesso
Planejar um higher education intercâmbio exige organização, informação confiável e acompanhamento especializado. Um bom planejamento integra objetivos acadêmicos, preparo emocional, finanças, burocracias e suporte contínuo.
O STB oferece uma solução completa, da consultoria inicial ao suporte pós-intercâmbio, para que cada etapa ocorra com segurança e clareza. Entre em contato com o STB e fale com um especialista para iniciar um planejamento personalizado para o futuro educacional do seu filho.




