Principais lições deste artigo
- Planejamento: estudar e trabalhar no exterior em 2026 exige atenção a critérios como permissão de trabalho, custo de vida, qualidade de ensino e segurança.
- Destinos em alta: Canadá, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia e Malta reúnem políticas claras para estudantes que desejam conciliar estudos e emprego legalizado.
- Mercado de trabalho: cada país concentra mais vagas em setores específicos, como tecnologia, serviços ou turismo, o que orienta a escolha do curso e da cidade.
- Custo-benefício: comparar regras de visto, carga horária de trabalho permitida e despesas mensais ajuda a alinhar o destino com seu orçamento e objetivos profissionais.
- Apoio especializado: o STB oferece orientação individualizada em programas de estudo e trabalho no exterior; fale com um especialista para estruturar seu plano para 2026.

Transformar o objetivo de morar fora em um plano concreto depende de entender bem como funcionam vistos, oportunidades de trabalho e custos em cada país.
Este guia apresenta os 5 destinos mais buscados para estudar e trabalhar no exterior em 2026, com foco em regras de trabalho para estudantes, setores com mais vagas e custo-benefício geral.
Alinhe esse plano com o apoio de especialistas. Fale com um especialista do STB e estruture seu projeto internacional com segurança.
Principais critérios para escolher onde estudar e trabalhar no exterior
A escolha do país fica mais simples quando você avalia alguns pontos de forma objetiva.
- Permissão de trabalho: verifique se o visto de estudante autoriza trabalhar e por quantas horas semanais.
- Qualidade do ensino: considere reputação das instituições, estrutura dos cursos e certificações reconhecidas.
- Custo de vida: some moradia, transporte, alimentação e seguro-viagem para ter um orçamento realista.
- Mercado de trabalho: observe setores com falta de mão de obra e demanda por estrangeiros.
- Qualidade de vida e segurança: avalie saúde pública, transporte, segurança e clima.
O STB é referência em educação internacional e em programas de intercâmbio no exterior em vários países. Atende alunos a partir dos 12 anos em programas de férias, high school, esportes e idiomas e também universitários entre 18 e 25 anos e profissionais acima de 30 anos que buscam cursos de graduação, pós-graduação e formações rápidas.
A consultoria é individualizada, presencial ou online, feita por consultores que já participaram dos programas, conhecem as escolas internacionais e passam por treinamentos frequentes no exterior.
Fale com um especialista para entender qual formato de curso e destino se encaixam melhor no seu perfil.

1. Canadá: oportunidades e segurança para o seu futuro
O Canadá mantém posição de destaque entre brasileiros que desejam estudar e trabalhar fora. O país combina ensino estruturado, cidades organizadas e políticas migratórias que costumam ser estáveis para estudantes. O Canadá aparece como o destino mais procurado por brasileiros na Pesquisa Belta 2025.
- Regras de trabalho para estudantes: em programas específicos, o visto de estudante permite trabalho em meio período durante o curso e em período integral em férias. O Post-Graduation Work Permit (PGWP) pode liberar trabalho após a conclusão de cursos elegíveis e servir como passo para residência permanente.
- Setores com mais vagas: tecnologia, saúde, energia e administração concentram boa parte das oportunidades para profissionais qualificados. O país já reúne mais de 130 mil brasileiros e segue atraindo novos estudantes.
O custo de vida é mais alto em centros como Toronto e Vancouver, mas muitos estudantes consideram o investimento viável pela combinação entre possibilidades de trabalho, segurança e serviços públicos estruturados.
2. Irlanda: equilíbrio entre estudo, trabalho e custo de vida
A Irlanda se consolidou como destino com bom custo-benefício para aprender inglês e trabalhar legalmente. Dublin é um polo tecnológico em expansão, mas cidades como Cork e Galway oferecem custo de vida um pouco menor, mantendo boa oferta de cursos.
- Regras de trabalho para estudantes: estudantes matriculados em cursos com pelo menos 25 semanas podem trabalhar em regime parcial durante o período letivo.
- Setores com mais vagas: áreas financeira, tecnológica, arquitetura e serviços de hospitalidade absorvem muitos estrangeiros. A Irlanda é frequentemente citada como destino com bom custo-benefício geral entre custo, qualidade e oportunidades.
O planejamento de moradia merece atenção, pois Dublin enfrenta alta de aluguel e crise de habitação. Reservar acomodação com antecedência reduz imprevistos.
3. Austrália: ensino de qualidade e remuneração atrativa
A Austrália é reconhecida pela qualidade de suas universidades e escolas técnicas, além de permitir que estudantes trabalhem de forma legal. Cidades como Sydney, Melbourne, Brisbane e Gold Coast reúnem boa oferta de cursos e vagas em serviços.
- Regras de trabalho para estudantes: o visto subclass 500 permite trabalhar até 48 horas quinzenais durante o curso, o que ajuda a complementar renda.
- Setores com mais vagas: serviços, turismo, hospitalidade e, em alguns casos, construção civil e áreas ligadas a tecnologia e sustentabilidade.
A rotina de estudos costuma ser intensa, mas o país oferece boa estrutura, clima agradável em várias regiões e muitas atividades ao ar livre, o que contribui para um dia a dia equilibrado.
Fale com um especialista e organize um plano de estudo e trabalho na Austrália adequado ao seu orçamento.
4. Nova Zelândia: qualidade de vida em um ambiente acolhedor
A Nova Zelândia combina paisagens naturais marcantes com um sistema educacional estruturado. É um destino interessante para quem busca cidades menores, com ritmo mais tranquilo e forte contato com a natureza.
- Regras de trabalho para estudantes: em cursos de inglês a partir de 14 semanas, o estudante geralmente pode trabalhar até 20 horas semanais.
- Setores com mais vagas: turismo, hotelaria, serviços e agricultura costumam empregar muitos estrangeiros em jornadas parciais.
O ambiente multicultural e a população receptiva facilitam a adaptação de brasileiros que estão em seu primeiro intercâmbio de médio ou longo prazo.
5. Malta: experiência europeia com custo mais acessível
Malta oferece clima mediterrâneo, custo de vida mais baixo do que vários países da Europa ocidental e possibilidade de trabalho durante o intercâmbio. As mensalidades de cursos de idiomas tendem a ser competitivas quando comparadas a outros destinos europeus.
- Regras de trabalho para estudantes: a permissão para trabalhar pode ser solicitada após 90 dias de permanência no país, conforme as normas vigentes.
- Setores com mais vagas: turismo, atendimento ao público, bares, restaurantes e serviços ligados à alta temporada.
A localização estratégica no Mediterrâneo facilita viagens para outros países europeus durante folgas ou férias, o que torna o destino atrativo para quem deseja explorar a região.
Tabela comparativa: melhores destinos para estudar e trabalhar no exterior
|
Destino |
Permissão de trabalho |
Setores com vagas |
Custo-benefício |
|
Canadá |
Sim (programas específicos) |
Tecnologia, saúde, energia, administração |
Alto |
|
Irlanda |
Sim (cursos a partir de 25 semanas) |
Financeiro, tecnologia, serviços |
Alto |
|
Austrália |
Sim (48 h quinzenais) |
Serviços, turismo, hospitalidade |
Bom |
|
Nova Zelândia |
Sim (20 h semanais) |
Turismo, hotelaria, agricultura |
Bom |
|
Malta |
Sim (após 90 dias) |
Turismo, atendimento, bares e restaurantes |
Bom |
Fale com um especialista do STB para comparar destinos de acordo com seu perfil profissional, nível de idioma e orçamento.

Perguntas frequentes sobre estudar e trabalhar no exterior
Qual o destino mais acessível para começar?
Para 2026, Irlanda e Malta costumam aparecer entre as opções mais acessíveis para estudantes que buscam conciliar estudo e trabalho. Cidades irlandesas como Cork e Galway podem ter custos menores que Dublin, e Malta se destaca por cursos com mensalidades mais baixas e possibilidade de trabalhar após 90 dias, conforme as regras de visto vigentes.
Como o STB pode ajudar na escolha do destino?
O STB oferece consultoria individualizada para indicar cursos, cidades e países compatíveis com seu nível de idioma, objetivo profissional e orçamento. Os consultores orientam sobre prazos, documentos, visto, acomodação e seguro-viagem, o que reduz riscos e retrabalho no planejamento.
É fácil conseguir emprego em qualquer um desses países?
A facilidade de conseguir emprego varia conforme sua experiência, nível de inglês e demanda local. Canadá, Irlanda e Austrália, por exemplo, têm demanda consistente em tecnologia, serviços e saúde, enquanto Nova Zelândia e Malta concentram mais vagas em turismo e hospitalidade. Preparar currículo no formato local e buscar oportunidades desde o início do curso aumenta as chances.
Quanto tempo devo planejar antes de embarcar?
Um prazo de 6 a 12 meses costuma ser adequado para escolher o programa, organizar documentação, solicitar o visto e estruturar o orçamento. Fale com um especialista para montar um cronograma de preparação alinhado às exigências do país escolhido.
Posso estudar em mais de um país durante meu intercâmbio?
Alguns estudantes optam por combinar destinos, especialmente dentro da Europa ou em programas de idiomas que permitem mudanças de cidade ou país. Isso exige atenção extra a vistos, regras de trabalho e eventuais transferências acadêmicas. A orientação de especialistas ajuda a estruturar esse percurso sem comprometer prazos e requisitos legais.
Fale com um especialista para tirar dúvidas específicas sobre estudo e trabalho no exterior em 2026.
Conclusão: seu futuro internacional começa agora com o STB
Definir o melhor país para estudar e trabalhar em 2026 passa por entender regras de visto, possibilidades de emprego e custo de vida em cada destino. Canadá, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia e Malta oferecem políticas claras para estudantes internacionais, com diferentes combinações de carga horária de trabalho, setores em alta e nível de investimento necessário.
Com informação estruturada e apoio profissional, o projeto de morar fora se torna mais previsível e sustentável. Um bom planejamento inclui escolha do curso, análise do mercado de trabalho local, preparação financeira e organização de documentos.
Fale com um especialista do STB e dê o próximo passo para estudar e trabalhar no exterior em 2026 com mais segurança e clareza.




