Principais lições deste artigo
- Intercâmbio é investimento: estudar fora amplia seu repertório acadêmico, cultural e profissional e pode gerar resultados concretos na carreira ao longo dos anos.
- Custo vai além do curso: o orçamento inclui mensalidades, moradia, passagens, seguro-viagem, visto, custo de vida, materiais e uma reserva para imprevistos.
- Tipo de programa define o orçamento: cursos de idioma, high school, graduação, pós e programas executivos têm faixas de investimento diferentes e exigem planejamentos distintos.
- Planejamento reduz riscos financeiros: pesquisar custo de vida, câmbio, formas de pagamento e regras de visto evita gastos desnecessários e surpresas durante a viagem.
- Suporte especializado facilita o processo: o STB oferece consultoria individualizada pelo WhatsApp para montar seu intercâmbio e seu orçamento passo a passo.
Por que o intercâmbio é um investimento valioso para o brasileiro?
O intercâmbio amplia habilidades que o mercado valoriza, como fluência em outro idioma, adaptação a novos contextos e convivência com culturas diferentes. Essa combinação costuma aumentar a competitividade em processos seletivos e em planos de carreira de médio e longo prazo.
Além do retorno profissional, a experiência contribui para autonomia, confiança e repertório pessoal. Para que esse investimento faça sentido para o seu momento de vida, o ponto de partida é ter clareza sobre objetivos e sobre quanto você pode investir, tanto antes do embarque quanto durante a estadia no exterior.

Desvendando os custos: o que entra na conta do intercâmbio
O custo total do intercâmbio depende do país, cidade, tipo de programa, duração, acomodação e estilo de vida. Ter uma visão clara de cada item ajuda a montar um orçamento realista e comparar destinos e formatos de estudo.
- Mensalidade do curso: escolas de idioma, high school, graduação, pós e cursos executivos têm tabelas distintas.
- Acomodação: casa de família, residência estudantil, quarto compartilhado ou apartamento individual.
- Transporte: passagens aéreas internacionais e deslocamento diário no destino.
- Visto e seguro-viagem: taxas consulares, documentos e cobertura de saúde e emergências.
- Custo de vida: alimentação, transporte local, telefonia, lazer e compras pessoais.
- Materiais e taxas extras: livros, exames de proficiência e taxas da instituição.
- Reserva de emergência: valores separados para imprevistos durante a viagem.
Mensalidades do curso: faixas de investimento por tipo de programa
Cursos de idiomas em escolas especializadas costumam ter valor mais baixo e períodos flexíveis, de poucas semanas a alguns meses. Programas universitários de graduação e pós-graduação, em países como Estados Unidos, Reino Unido e Austrália, têm mensalidades mais altas e duração de um a quatro anos, enquanto cursos executivos e de extensão concentram conteúdo em períodos curtos, com investimento intermediário.
Acomodação: opções e faixas de preço no exterior
A moradia é uma das maiores parcelas do orçamento. Casa de família costuma incluir parte das refeições e apoio no dia a dia, com custo intermediário. Pacotes com homestay em destinos como Malta, por exemplo, partem de cerca de 570 euros por 2 semanas. Residências estudantis oferecem mais convivência com outros intercambistas, enquanto apartamentos individuais garantem privacidade, porém com custo mais alto.
Passagens aéreas e transporte: impacto no orçamento inicial
O valor da passagem varia por temporada, antecedência de compra e rota. Em períodos de férias escolares e verão no hemisfério norte, o custo sobe. Voos para destinos como Irlanda podem ficar entre 600 e 1.000 euros, o que mostra como comprar com antecedência e pesquisar datas flexíveis ajuda a economizar. No destino, inclua no orçamento o transporte diário e possíveis viagens curtas pela região.
Visto e seguro-viagem: despesas obrigatórias
Taxas de visto mudam conforme o país e a duração do curso. Os valores mais comuns ficam entre 200 e 350 dólares ou euros, podendo incluir custos extras de agendamento e envio de documentos. O seguro-viagem é exigido na maior parte dos programas, garantindo atendimento médico, odontológico e suporte em emergências ao longo da estadia.
Custos de vida no destino: alimentação, transporte e mais
Gastos mensais variam bastante entre países e cidades. Em média, o Reino Unido exige entre 900 e 1.500 libras por mês, a Austrália, de 1.000 a 1.400 dólares australianos, e países da Europa Oriental ficam entre 500 e 900 euros. Cozinhar em casa, usar transporte público e aproveitar atividades gratuitas são formas práticas de manter o orçamento sob controle.
Materiais didáticos e taxas extras: o que considerar
Além da mensalidade, muitas instituições cobram taxa de matrícula, acesso a plataformas online e, em alguns casos, laboratórios e biblioteca. Exames de proficiência, como testes de inglês, podem custar entre 400 e 1.500 reais e precisam ser incluídos no planejamento, principalmente para quem busca graduação ou pós no exterior.
Reserva de emergência e despesas iniciais
Ter uma reserva financeira é essencial para lidar com imprevistos como mudança de acomodação, consultas médicas, renovação ou extensão de visto. Depósitos de acomodação podem chegar a 1 a 3 meses de aluguel, além de gastos maiores nas primeiras semanas, quando ainda ocorre a adaptação à nova rotina.

Custo médio de intercâmbio por tipo de programa em 2026
Ao comparar tipos de programa, é importante considerar tanto o valor total quanto o que cada formato oferece em termos de carga horária, certificação, networking e tempo de permanência no país.
Cursos de idioma: o caminho para a fluência
Programas de 4 semanas podem custar em média 8.000 reais na Austrália, 7.000 em Malta, 9.000 no Canadá e 7.000 na África do Sul e na Irlanda. Muitas escolas oferecem pacotes com curso, material e, em alguns casos, acomodação inicial. Opções mais econômicas incluem pacotes de 2 semanas em Malta a partir de 570 euros e programas de espanhol na Argentina a partir de 668 dólares.
Para detalhar custos por destino e formato de curso, fale com um especialista e peça uma simulação personalizada.
Ensino médio (high school): explorando o mundo jovem
Programas de ensino médio no exterior envolvem períodos mais longos e suporte específico para estudantes adolescentes, incluindo acompanhamento pedagógico e estrutura de bem-estar. O investimento varia conforme país, tipo de escola, carga horária e se o programa inclui acomodação em casa de família ou residência estudantil.

Graduação e pós-graduação (higher education): investimento no futuro
Programas universitários costumam ter os valores mais altos, mas também oferecem títulos acadêmicos completos e acesso à rede de ex-alunos. Um Foundation Year no Reino Unido pode variar de 10.000 a 20.000 libras anuais, enquanto na Austrália os valores ficam entre 18.000 e 30.000 dólares australianos. Em países da Europa Oriental, há opções a partir de 3.000 a 8.000 euros por ano, com estrutura acadêmica consolidada.
Programas executivos e de curta duração: foco em carreira
Cursos executivos, bootcamps e programas de extensão são indicados para quem busca atualização rápida e networking internacional. A duração vai de alguns dias a poucas semanas e o investimento depende da instituição, do conteúdo e da cidade, podendo ser interessante para profissionais que querem conciliar trabalho no Brasil com um período curto de estudos fora.
Tabela de custos médios de cursos de idiomas (4 semanas) em 2026
|
Destino |
Custo médio (R$) |
Tipo de programa |
|
Austrália |
8.000 |
Inglês geral |
|
Malta |
7.000 |
Inglês geral |
|
Canadá |
9.000 |
Inglês geral |
|
África do Sul |
7.000 |
Inglês geral |
Planeje seu intercâmbio com o STB: estratégias para concretizar seu sonho
Planejar com antecedência, entender o orçamento total e contar com orientação especializada reduz riscos e aumenta a eficiência do investimento. O STB oferece suporte em todas as etapas, da escolha do programa ao pós-chegada no destino.
Consultoria especializada e personalizada
O STB é referência em educação internacional e programas de intercâmbio no exterior em vários países. Orienta alunos a partir dos 12 anos de idade com programas de férias, high school, esportes e idiomas, passando por programas para universitários entre 18 e 25 anos e alunos acima de 30 anos que precisam desenvolver novas habilidades acadêmicas como cursos de graduação, pós-graduação e cursos rápidos.
O STB fornece consultoria individualizada com atendimento presencial e/ou online, feita por consultores especialistas que já participaram dos programas oferecidos e conhecem as escolas internacionais e estão sempre em treinamento no exterior.
Essa experiência prática permite indicar programas alinhados ao seu objetivo, ao orçamento disponível e ao tempo que você tem para ficar fora do Brasil.
Opções de pagamento e financiamento do intercâmbio
O STB oferece diferentes formas de parcelamento e financiamento, ajustadas à data de embarque e ao valor total do programa. Isso permite iniciar o planejamento com antecedência e distribuir o investimento em parcelas que caibam no seu fluxo financeiro.
Curadoria de programas: escolha informada que otimiza custos
A seleção de cursos feita pelo STB prioriza instituições reconhecidas internacionalmente e estruturas adequadas para cada perfil de estudante. Essa curadoria reduz o risco de investir em programas que não atendem às expectativas acadêmicas ou profissionais.
Para organizar seu orçamento e entender o custo total do seu projeto de intercâmbio, fale com um especialista e solicite um planejamento detalhado.
Não caia em armadilhas: erros financeiros comuns a evitar no planejamento do intercâmbio
Alguns erros se repetem entre intercambistas e podem ser evitados com informação e organização prévia.
Subestimar o custo de vida e os gastos diários
Focar apenas na mensalidade do curso e ignorar despesas diárias é um dos principais problemas. Alimentação, transporte, lazer e compras pessoais podem representar grande parte do orçamento. Mapear gastos médios na cidade de destino e ajustar o estilo de vida, como cozinhar em casa com frequência, ajuda a manter o controle financeiro.
Ignorar flutuações cambiais e taxas inesperadas
Variações de câmbio e taxas bancárias influenciam diretamente o custo final do intercâmbio. IOF, tarifas de remessa internacional e spreads cambiais precisam ser considerados. Para períodos longos, pode ser interessante diversificar formas de pagamento e, sempre que possível, antecipar parte dos custos em moeda estrangeira.
Não planejar uma reserva financeira para emergências
Uma reserva extra de 15 a 20 por cento do valor total do projeto aumenta a segurança em situações imprevistas, como necessidade de atendimento médico, mudança de acomodação ou ajuste de plano de estudos.
Deixar de buscar consultoria especializada
Planejar tudo sem apoio pode levar a escolhas de destino, curso ou acomodação que não se encaixam nos seus objetivos. A consultoria especializada identifica caminhos mais eficientes, aponta custos escondidos e sugere ajustes que equilibram qualidade acadêmica e orçamento.
Para construir um plano financeiro claro e evitar surpresas, fale com um especialista e revise seu projeto ponto a ponto.
Perguntas frequentes sobre o custo de intercâmbio no exterior
Quanto de dinheiro é preciso comprovar para o visto de estudante em alguns países?
O valor exigido varia por país e duração do curso. Em linhas gerais, o Canadá costuma pedir comprovação em torno de 10.000 dólares canadenses por ano, além das mensalidades. A Austrália solicita aproximadamente 21.041 dólares australianos anuais para custo de vida, enquanto o Reino Unido trabalha com referência de 1.334 libras por mês para Londres e 1.023 para outras cidades. Nos Estados Unidos, o consulado avalia se o valor apresentado cobre todo o período de estudos, mesmo sem um mínimo fixo.
É possível estudar e trabalhar no exterior para ajudar nos custos?
Alguns países permitem conciliar estudo e trabalho com carga horária limitada. Irlanda e Canadá, por exemplo, costumam autorizar até 20 horas semanais durante o período letivo, enquanto a Austrália adota um limite por quinzena.
No Reino Unido e nos Estados Unidos, as regras variam conforme o tipo de visto e instituição. Em geral, a renda auxilia no custo de vida, mas não deve ser considerada como única fonte de financiamento do projeto.
Quais são os destinos mais acessíveis economicamente para intercâmbio?
Entre os destinos com custo global mais acessível, estão Malta, África do Sul e Argentina, com pacotes de curta duração a partir de cerca de 3.700 reais, a depender da cotação.
Países da Europa Oriental, como Polônia, Hungria e República Tcheca, também oferecem programas universitários com mensalidades mais baixas quando comparados a grandes centros da Europa Ocidental.
Como faço para parcelar ou financiar meu intercâmbio?
O STB disponibiliza planos de pagamento que podem ser ajustados ao seu orçamento e à data de embarque. Além disso, bancos, cooperativas de crédito e algumas empresas especializadas oferecem linhas de crédito para educação internacional. Antes de decidir, vale comparar taxas, prazos e condições para encontrar a combinação mais adequada ao seu planejamento.
Se você tem dúvidas sobre qual modelo financeiro faz mais sentido para o seu caso, fale com um especialista e peça simulações.
Conclusão: torne o sonho do intercâmbio uma realidade acessível com planejamento e suporte
Estudar no exterior é um investimento estruturado em várias etapas e custos complementares. Com informações claras sobre valores, regras de visto, custo de vida e formas de pagamento, é possível montar um plano realista e adequado ao seu momento profissional e pessoal.
O STB, com décadas de atuação em educação internacional, apoia estudantes na escolha do programa, na organização financeira e no acompanhamento da jornada. Consultoria especializada, curadoria de cursos e condições flexíveis de pagamento ajudam a tornar o projeto de intercâmbio mais acessível e bem planejado.
Para dar o próximo passo com segurança, organize suas prioridades, defina um orçamento inicial e conte com apoio profissional. Fale com um consultor do STB pelo WhatsApp e comece a estruturar seu plano de intercâmbio para 2026.




